Calma, vamos com calma. Deixa eu explicar.
Ultimamente o que tem levado as pessoas a permanecerem em um relacionamento visivelmente desgastado, infeliz e fadado ao fracasso é o medo da solidão. Sim, o medo de ter que recomeçar do zero, refazer planos (ou não ter planos pra refazer), não ter alguém pra culpar pelos fracassos e nem com quem compartilhar as vitórias, de ter que encarar sua vida de frente, sem se esquivar em alguém.
Temos vergonha de ter que olhar pra nossa família, amigos ou inimigos e assumir que metade da culpa é nossa. Que falhamos, fracassamos, que não fomos capazes de cultivar o amor, que nos esquecemos de alimentar sua essência, que não há solução, que já quebramos o pacto, a promessa.
Ultimamente o que tem levado as pessoas a permanecerem em um relacionamento visivelmente desgastado, infeliz e fadado ao fracasso é o medo da solidão. Sim, o medo de ter que recomeçar do zero, refazer planos (ou não ter planos pra refazer), não ter alguém pra culpar pelos fracassos e nem com quem compartilhar as vitórias, de ter que encarar sua vida de frente, sem se esquivar em alguém.
E insistimos. Insistimos na infelicidade, insistimos na
incompreensão. Insistimos em só esperar um bom motivo, um pretexto aceitável
pra ser feliz. Insistimos em não aprender a conviver com o que há de melhor e pior
em nós, esperando que um dia alguém aceite e ame isso (se nem nós mesmos somos
capazes de conhecer, amar e aceitar).
Temos vergonha de ter que olhar pra nossa família, amigos ou inimigos e assumir que metade da culpa é nossa. Que falhamos, fracassamos, que não fomos capazes de cultivar o amor, que nos esquecemos de alimentar sua essência, que não há solução, que já quebramos o pacto, a promessa.
Eu só me pergunto: Até quando?
Talvez haja uma falta de compreensão de nossa própria existência, um desejo secreto de morte da felicidade , pelos dias que nascem e morrem sem muita deixar uma razão e talvez até emoção. A sempre uma porta aberta e outra fechada dentro de nós mesmos sobre isso de que tanto escreve. Eu penso que se há uma necessidade de renovação essa troca pode ser benéfica ou letal, a escolha tem sempre um dissabor inaceitável do ponto de vista da ponta C e por muita vezes a ponta B precisa entender que ela pode e deve fazer as suas escolhas mas a ponta B tem obrigação deixar claro que a escolha correta e a ponta B. Espero ser entendido dentro deste contentamento.
ResponderExcluirO gosto desses campos lindos da flor e dos verdes anos empolgam, mas não são justos.
O amigos, inimigos, vizinhos e tristes versos de nossas vidas não explicam a tua escolha menina e nem as dele. Mas faça disso um aprendizado.
Te faço um desafio a uma flor perdida e uma pedra que sabe o caminho , a flor continua a pedra está no final qual deveria ser poupada pelo tempo?
A tua resposta é simples nenhum dos dois, pois a renovação tras novos elementos a vida.
Atenciosamente.
Ju.